Salar de Uyuni: o dia mais esperado no maior deserto de sal do mundo!

Salar de Uyuni: o dia mais esperado no maior deserto de sal do mundo!

Salar de Uyuni é o maior deserto de sal do Mundo!!! Esse gigante mede entorno de 12 mil quilômetros quadrados e está localizado no sudoeste da Bolívia.

Estima-se que existe lá cerca de 10 bilhões de toneladas de sal! É uma imensidão branca, é o sonhado Salar de Uyuni!

O dia mais esperado da viagem começa ainda na madrugada. Como nosso guia avisou, o tempo estava nublado e possivelmente não veríamos o sol brilhar, mas mesmo assim estávamos as quatro garotas super empolgadas! Às 4 e meia da manhã então o Reinaldo já estava batendo na porta de nossos quartos para que a gente levantasse logo! Hehe

O dia estava totalmente escuro e bem frio… Colocamos rapidinho as coisas no carro e partimos. O caminho parecia nem existir no meio da escuridão. Até o Salar propriamente dito teríamos cerca de 100 km para percorrer. Então bem lentamente o dia foi clareando até que então nos demos conta que estávamos finalmente no grande Salar de Uyuni!!

Realmente Reinaldo estava certo, o sol não iria raiar… Ele então se lamentou: “disculpa chicas, no tenemos sol”. Mas mesmo sem sol estávamos maravilhadas!!

Lá no fundo uma pontinha de sol…

Então paramos um pouco para nosso primeiro contato com o Salar. Estava um frio de lascar e mal conseguimos tirar fotos.. Ainda era muito cedo e sem o calor do sol a temperatura fica ainda mais baixa.

Reinaldo então pediu que voltássemos para o carro para seguirmos a nossa próxima parada onde tomaríamos café da manhã. Ele nos avisou que mais tarde teríamos bastante tempo para fotos no Salar!

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Isla Incahuasi

Dentro do Salar de Uyuni existem diversas ilhas, algumas delas só podem ser visitadas durante o período de seca, quando o Salar não está alagado.

Uma delas é a Isla Incahuasi uma formação de calcário localizada no centro do Salar.

A ilha funciona como um grande mirante do Salar. Nosso guia nos deixa livre nesse momento para subirmos a ilha, passear bastante e tirar mil fotos enquanto ele prepara nosso café da manhã.

Para adentrar na Isla Incahuasi é necessário pagar uma entrada de 30 bolivianos (+/- R$17) e com isso temos direito de usar o banheiro (muito limpo por sinal) e andar a vontade pelo lugar.

A ilha possui várias trilhas que te levam ao topo, mas difícil mesmo é encontrar forças no final da viagem, com frio, cansaço e altitude.. hehe

De qualquer forma, não é preciso chegar ao topo para apreciar a vista (já viram que eu não subi até o final né.. hehe), mas quem se encorajar, do alto se tem uma visão de 365° do Salar de Uyuni!

O lugar é bem interessante, com muitos cactos (típicos do deserto) e onde se pode sentir o quanto o Salar é enorme.. Dá aquela impressão de infinito assim como se olha para o horizonte no mar.

Outros carros e local que tomaremos café

Depois de muito caminhar, descemos então para tomar nosso café da manhã. Nesse momento já não estava tão frio e pude tirar uma das camadas de roupa no banheiro.

Terminando, era hora de continuar nosso caminho Salar adentro.

Leiam também:

Travessia Salar de Uyuni: primeiro dia na Bolívia

Travessia Salar de Uyuni: segundo dia na Bolívia

Salar de Uyuni

Continuando pelo Salar, era finalmente hora de termos nosso tempo para fotos divertidas! Hehe

Reinaldo estava bem empolgado com milhões de idéais divertidas e nós também!

Mas antes foto séria de blogueira..Nesse momento todos voltamos a ser crianças! Eu não tenho noção do tempo que passamos ali, mas foram muitas e muitas fotos!

A gente deitou no chão de sal, correu, subiu no alto do carro… Sem dúvidas um dos melhores momentos de viagem que já tive!

Uma das minhas favoritas

Era um sonho sendo realizado, mesmo que eu sempre quisesse ver o Salar alagado, certamente já estava valendo muito e ganhei mais um motivo para voltar e ter as duas visões desse lugar tão único, tão incrível, tão inesquecível.

Depois de quase fazer um book de tantas fotos, seguimos rumo ao Museo de Sal.

Museu de Sal e bandeiras

O museu na verdade é um antigo hotel de sal que foi construído no meio do Salar, porém foi desativado porque estava danificando o local. O museu estava fechado e só pudemos ver entre as janelas, então infelizmente não tenho muito o que falar.

Mas acontece que a atração principal acaba sendo o monumento das bandeiras que fica bem em frente ao museu!

Saiba quanto custa viajar para o Atacama e Salar de Uyuni! Guia de gastos!

Ali rola a tradição de procurar a bandeira do seu país para tirar fotos! Eu como amo o mundo inteiro, quis todas as bandeiras.. hehehe

Monumento Dakar

Um pouco mais a frente fica o monumento Dakar, construído devido ao famoso Rally Dakar que passou pela região.

Recentemente o monumento teve as letras pintadas com as cores da bandeira da Bolívia tornando o lugar em um marco! Adorei!!

Nesse momento já começa bater aquela dor de que a viagem está chegando perto do fim, mas a sensação de ter aproveitado e vivido tantos momentos incríveis nos deixa alegres!

Voltamos para o carro para seguir nosso rumo e deixar o Salar de Uyuni… 🙁

Aldeia de Colchani

Estávamos seguindo rumo a cidade de Uyuni, onde o tour termina para aqueles que escolhem a viagem de 3 dias e que vão continuar pela Bolívia. Nesse caminho fomos visitar a aldeia de Colchani.

Esse povoado vive as margens do deserto e sobrevivem basicamente do turismo, onde paramos para visitar as feirinhas de artesanato andino. Pensem agora na mulherada enlouquecida! Esqueci até de tirar foto…

Fonte: http://trippelomundo.blogspot.com.br

Se você gosta de artesanato e estava pensando em encher a bagagem deles, o lugar é aqui!!

Simplesmente tudo é mais barato que no Chile e até mesmo na Bolívia como comprovamos mais adiante!

Comprei pashmina por 30 bolivianos! Poncho por 60 bolivianos e mochila por 50 bolivianos! Muito barato e lindo!

Agora mais uma dica, não comprem imã de geladeira feito de sal. O que comprei derreteu todo :’( porque aqui a umidade é muito mais e o sal não suporta.

Tivemos pouco tempo em Colchani, infelizmente, mas felizmente para nossos bolsos. Reinaldo então começou a chamar: “vamos chicas” 8)

Cemitério de Trens

De Colchani pegamos estrada novamente rumo a Uyuni. Nesse momento começamos a ter estrada de asfalto depois de tanta areia, terra, pedras e sal. Hehe

Como já era um pouco tarde, a fome estava batendo então chegando na cidade de Uyuni paramos primeiro para almoçar em um restaurante que ficava em uma galeria. Bateu aquele mini choque de estar voltando para a realidade.. Então pela primeira vez tivemos internet, depois de 2 dias inteiros sem comunicação.

Parada para dar notícias, comer, ir ao banheiro e subir no carro novamente para nossa praticamente última parada.

Chegamos então no Cemitério de Trens que se tornou, propositalmente ou não, um museu a céu aberto com muitos vagões e até mesmo de trens inteiros abandonados.

Mesmo sendo um quadro triste de abandono, o cenário é lindo e dá aquela nostalgia e reflexão de vida. Passamos um tempinho ali tirando fotos até voltarmos para a cidade.

Uyuni

Chegando de volta na cidade de Uyuni, Reinaldo nos levou até o escritório da agência World White Travel para se despedir de nós. Foi muito legal estar com ele e poder conhecer um pouco mais sobre os costumes e jeitinho boliviano!

Eu, Reinaldo, Roberta, Bea e Barbara

Então deixamos nossas coisas no escritório e fomos passear pela cidade. Teríamos algumas horas livres para então seguir rumo nossa hospedagem da última noite.

O centro de Uyuni é bem simpático, simples, mas com aquele ar aconchegante. Aproveitamos para fazer mais umas comprinhas e esticar as pernas. A principal atração da cidade é a praça do relógio, mais existem varias feirinhas e restaurantes com mesas ao ar livre.

Mais tarde outro funcionário da World White Travel nos buscou no escritório e juntou mais um casal ao nosso grupo. Seguimos então para a aldeia Villa Mar.

Última noite

O caminho era longo e o cansaço era grande. O guia informou que seria mais umas 2 horas até chegar a Villa Mar. O que compensou foi o pôr do sol sensacional que tivemos na estrada!

E que recompensa!

Seguindo caminho, chegamos finalmente no Hostal Villa Mar que era uma espécie de refugio no meio das montanhas.

Aqui cabe um ponto, quando fechamos nosso tour em San Pedro, nos foi informado que na última noite teríamos internet, mas quando chegamos lá de cara percebemos que isso seria impossível! O chato foi ter avisado a família na parte da tarde ainda em Uyuni que a noite teríamos internet… Bom ficar ligado nisso para não deixar as pessoas preocupadas.

O local era bem simples e confesso que foi a pior noite e pior local que estivemos, não por ser simples mas pela experiência que tivemos. As pessoas que trabalhavam lá eram muito grossas, as camas pareciam sujas e passamos muito frio porque nesse dia a World White Travel não forneceu saco de dormir.

O jantar foi no mesmo padrão que as noites anteriores e estava gostoso, pelo menos a barriga agradeceu!

Nesse local é possível tomar banho quente, mas é preciso pagar 10 bolivianos (+/- R$6) para o próprio pessoal de lá. Isso estava acordado desde o início, então sem surpresas. Lá também têm tomadas para carregas as baterias dentro dos quartos.

Eu e Roberta após tomar banho, nos enchemos de roupas (já sujas hehe) para tentar dormir naquele frio polar. Conseguimos, graças ao cansaço acredito eu….

Quarto dia

Mais uma vez acordamos super cedo para seguir viagem! Esse último dia é todo na estrada de volta para San Pedro de Atacama.

Novamente as paisagens compensaram todo o sacolejo dentro do carro!

Nascer do sol no último dia

Durante a volta passamos por alguns lugares que visitamos no primeiro dia, mas só paramos mesmo nas Termas de Polques para usar o banheiro, então chegamos na saída da Reserva Nacional, onde precisamos apresentar o bilhete comprado no primeiro dia.

Roberta e nossa vista do carro

Mas atenção: quase que tivemos que pagar novamente os 150 bolivianos porque durante o caminho não foi dado baixa (invalidado) o bilhete em algum dos pontos que passamos. Sorte que nosso guia conversou, explicou que estávamos de saída para volta ao Chile e deu tudo certo. Então guarde bem esse bilhete e fique atento para dar baixa nele antes de sair da Reserva.

Chegando na fronteira, fomos novamente naquela casinha do primeiro dia para carimbar os passaportes e pagar uma taxa de 15 bolivianos (+/- R$9) que ninguém entende porque é paga… Dizem ser para manutenção da fronteira, mas pelo o que é o local sabemos que não é verdade.

O que acham?

Depois desse procedimento fomos tomar nosso último café da manhã em solo boliviano e trocamos novamente o carro da World White Travel pela van da DeNomades para voltar a San Pedro de Atacama (leia aqui o guia completo para sua viagem), finalizando assim nossa linda viagem!

Espero que tenham gostado de viajar comigo! Compartilhem com os amigos e ajude a divulgar o meu trabalho para me incentivar a continuar escrevendo. 😉

 

Dicas preciosas para quem vai fazer a travessia:

Roupa: a mala que fiz para a viagem também incluiu o Atacama, mas para a Bolívia deixei parte da bagagem em San Pedro e levei só o necessário: 1 casaco de plumas, 1 casaco leve, 2 blusas fleece com gola, 1 blusa segunda pele, 1 cardigan, 1 blusa comprida, 2 camisetas, 1 calça jeans preta, 1 calça segunda pele, 1 calça legging, 1 pijama, 1 body, 1 cachecol, 1 pashmina, 1 par de luvas, 1 tênis, 1 botinha comum, 1 chinelo, 3 meias grossas, 2 meias mais finas, 1 chapéu e 1 toalha de banho.*fique atento a época que vai, pois não fui no inverno e o frio não estava castigando.

Como se vestir: durante toda a viagem nos vestimos em camadas, onde você coloca roupas frescas por baixo, mas também roupas mais quentes por cima. Tudo isso porque normalmente as manhãs e noites são frias, mas durante o dia é quente.

Mochila de ataque: além da mala é importante levar uma mochila para ficar com você no carro com as coisas básicas que precisa usar durante o dia, já que a mala maior fica no alto do carro e o guia não tira de lá até chegar no local de hospedagem a noite.

Proteção solar: não ignore o sol na altitude, passe bastante protetor solar e de preferência use chapéu ou boné.

Alimentação: inicialmente confesso que estava com medo de ficar com fome ou ter refeições ruins, mas acabei me surpreendendo. A comida era simples, mas bem servida e gostosa. Para quem é vegetariano, é possível ter um cardápio especial. É só informar previamente.

Água: na altitude é muito importante se manter hidratado! Leve um galão de 6 litros que vai ficar no alto do carro e mais uma garrafa de 1 litro ou 2 para ficar com você durante o passeio e que você vai abastecendo durante a viagem.

Banheiro Inca: durante a viagem nem sempre se acha banheiro, ou quando acha são bem precários, então você vai usar muito o banheiro Inca que nada mais é que fazer xixi atrás de alguma pedra. Hehe Então sempre tenha papel higiênico ou lenço umedecido, além de um saquinho plástico para jogar o lixo.

Medicação: leve seus medicamentos e medicação básica! Você não verá farmácias durante quase toda a viagem.

Saco de dormir: eu ignorei esse fato e me arrependi.. Se possível leve o seu ou alugue se for preciso.

Passaporte: não esqueça que passará pela imigração, lembre de colocar seu passaporte ou documento de identidade na mochila ou bolsa de ataque.

Dinheiro: leve 300 bolivianos (+/- R$162) para pagar as taxas durante a viagem. É importante que seja na moeda local!

Clima: durante o verão (dezembro a março) a temperatura varia entre 4 ºC e 23 ºC, durante o inverno (junho a setembro) a temperatura varia entre -20 ºC e 16 ºC.

Efeito espelho: infelizmente não pude presenciar esse espetáculo da natureza, mas para quem quer ver e pode programar a viagem para pegar esse efeito, vá na época das chuvas (entre janeiro e fevereiro.

Bolivianos: não vá esperando delicadeza e cordialidade dos bolivianos. Pode parecer rude por assim dizer e no começo você pode achar que estão sendo mal educados, depois você percebe que simplesmente é o jeito deles. Respeite as diferenças culturais.

 

Sobre a DeNomades

Como eu disse desde o começo das postagens, acho muito importante contratar uma agência confiável para fazer essa viagem e garantir que os momentos sejam de diversão e não apurrinhação.

Por esse motivo recomendo a DeNomades, por toda a experiência que tive com eles e com a correspondente World White Travel. Desde o começo eles foram atenciosos e prestativos.

Preços do tour de 4 dias

  • Preço por pessoa em temporada alta: 150.000 pesos chilenos (+/- R$810).
  • Preço por pessoa em temporada baixa: 135.000 pesos chilenos (+/- R$730).

*A temporada alta corresponde aos passeios que começam do 1 ao 31 de julho, de 16 a 20 de setembro, e de 18 de dezembro a 30 de abril. As datas não especificadas correspondem à temporada baixa.

Pode ser reservado diretamente pelo site da DeNomades onde será necessário um adiantamento de 25.000 pesos chilelos. O saldo deve ser pago em espécie (pesos chilenos) o dia anterior ao tour, antes das 14:00, em San Pedro de Atacama.

O que inclui

Transporte desde/até o Hotel em San Pedro de Atacama.

Transporte em veículo 4×4 para até 6 pessoas durante todo a viagem pela Bolívia.

Motorista-guia que fala espanhol.

Refeições (café da manhã, almoço e janta).

Acomodação:

1° noite em Refúgio (compartilhado com banheiro compartilhado sem chuveiros)

2° noite em hostel (quarto duplo com banheiro compartilhado com chuveiros com água quente)

3° noite em hostal (quarto compartilhado duplo, triplo ou quádruplo de acordo com a disponibilidade, com banheiro compartilhado com chuveiros com água fria) *para ter água quente deve-se pagar um extra de 10 bolivianos por pessoa

O que não inclui

Imposto de fronteira (15 bolivianos por pessoa).

Ingressos aos parques (186 bolivianos por pessoa).

Ingresso à Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa (150 bolivianos por pessoa).

Ingresso à Termas de Polques (6 bolivianos por pessoa).

Ingresso à Isla Incahuasi (30 bolivianos por pessoa).

Acesso a banheiros no caminho (aprox. 6 bolivianos cada entrada).

Seguro de saúde.

Restrições

Não são permitidas crianças menores de 7 anos.
Não é permitido para gestantes.
Não é recomendada para pessoas com hipertensão, insuficiência cardíaca, problemas respiratórios devido altitude (maior que 4.000 metros). Consulte seu médico antes de viajar.

 

Fiquem ligados que em breve estará no canal do YouTube todos os vídeos dessa viagem linda! <3

 

Leiam também todos os posts sobre o ATACAMA 😉

 

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6 Comentários

  1. Oi Ale,

    Vi que você fez esse passeio para o uyuni, mas como fez com sua bagagem? deixou no hostel em atacama?

    Você fez esse passeio nos ultimos dias ou antes do atacama?

    obrigada!
    bjs

    1. Author

      Olá!!
      Então, eu deixei a mala grande no hostel no Atacama e fiz uma malinha menor para levar para o Uyuni.
      Primeiro fiz Atacama, depois Uyuni e então voltei para o Atacama.

      Bjsss

  2. Kkkkkk tô lembrando do Reynaldo falando ” chicas, usted tiene 40 minutos para las compras” e a gente que nem loucas, tipo prova do líder do Big Brother 😂😂😂😂 e depois ele catando uma a uma na feira…

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